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N.º 14  05/05/2008

IAC publica Atlântida - Revista de Cultura com nova imagem

O IAC-Instituto Açoriano de Cultura acaba de colocar nas bancas e nas livrarias a Atlântida-Revista de Cultura, vol. LII, referente ao ano de 2007. Esta revista surge com uma imagem gráfica totalmente renovada, apresentando não só um novo formato, como também uma paginação inteiramente diferente, procurando deste modo manter uma linha de design gráfico actual e dinâmica.

A revista sai do prelo numa edição em papel e também numa edição em CD-ROM (como acontece desde 2005). O CD-ROM, para além do conteúdo da revista de 2007, integra também os fascículos do vol. III desta revista, publicado no ano 1959. De acordo com Jorge Paulus Bruno, Presidente da Direcção do IAC, “esta é mais uma das apostas do IAC na produção de conteúdos culturais com o recurso às novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), o que já não é novidade porquanto esta instituição está na vanguarda da utilização destas novas tecnologias no sector da Cultura nos Açores”.

A Atlântida-Revista de Cultura abre com um dossiê temático sobre o “Património Fortificado da Ilha Terceira: Passado e o Presente”, da autoria de José Manuel Salgado Martins, do qual foi realizada uma separata. Seguem-se vários artigos organizados tematicamente em quatro secções (“Estudos e Criação Artística”, “Ciências Humanas”, “Estudos e Criação Literária” e “Outros Saberes”): “Projecto de recuperação arquitectónica para instauração da Casa-Museu do Arcano Místico da Ribeira Grande”, por Maria de Lurdes Janeiro, Carlos Alberto Marques e José Manuel Fernandes; “Açores: 9 ilhas – uma viagem íntima (um filme de Teresa Tomé)”, por Antonieta Costa, Victor Rui Dores e Marta Barcelos; “O uncanny em Jaime”, Ilda Teresa de Castro; “Palolo e a arte da fotocópia”, por Jorge Lima Barreto; “Entre Nagasaqui e Angra”, por Eduardo Kol de Carvalho; “A religiosidade nos primórdios do povoamento”, por João Marinho dos Santos; “Açores: a pátria que não foi” por Ana Isabel Moniz Brasil; “Lá na ilha da magia, tem bruxa que contagia”, por Giórgia de M. Domingues; “Ilha de Circe? O imaginário bruxólico de Santa Catarina, a ilha” por Lélia Pereira da Silva Nunes; “Dinâmicas recentes da demografia e do povoamento humano nos Açores”, por Eduardo Brito Henriques; “De «meninência e «tropelias de cada madrugada». Contributo para um estudo comparativo de Chiquinho de Baltasar Lopes e de Terra do Bravo de Carlos Enes”, por Elisa Gomes da Torre; “Poemas”, por Natércia Fraga; “Para lembrar Pedro da Silveira”, por Alfredo Margarido; “Ascensão do dente voador”, por Manuel Machado; “Metamorfose”, por Júlio Ávila; “Teoria do número: da Matemática à Filosofia”, por Ramiro Délio Borges de Meneses; “Educação e culturas: duas lições e um desafio à construção de um currículo relevante”, por Francisco Rodrigues Sousa; e “Francisco de Arruda Furtado. Uma homenagem 120 anos após a sua morte”, por Luís M. Arruda.

Num total de 240 páginas – com uma larga profusão de imagens a cor e a preto e branco – esta revista teve uma tiragem de 1000 exemplares e é vendida ao público por €20 e distribuída gratuitamente aos sócios. A sua edição contou com apoios das direcções regionais da Cultura e das Comunidades, da Câmara Municipal de Ponta Delgada e da empresa SAAGA e com o co-financiamento INTERREG III-B, no âmbito do projecto “Chronos”.