 |
| 22.221.72 ANTIGA FÁBRICA DE ÁLCOOL - RUA ADOLFO DE MEDEIROS, Nº40 |
| CONCEIÇÃO • RUA ADOLFO DE MEDEIROS, Nº40 |
| CONSTRUÇÃO UTILITÁRIA |
| ARQUITECTURA INDUSTRIAL |
| ÉPOCA DE CONSTRUÇÃO INICIAL: SÉC.XIX |
|
|
DESCRIÇÃO: Antigo complexo industrial composto por dez corpos e alguns anexos, situados no interior de um grande recinto murado rectangular. Os corpos principais, maioritariamente rectangulares, têm dois ou três pisos e uma orientação norte-sul bem marcada pelas
cumeeiras dos telhados. Organizam-se grosseiramente segundo um "L" decomponível em quatro grupos. O grupo mais a norte é
composto por quatro corpos paralelos, seguindo-se um grupo com dois corpos paralelos, depois um grupo de dois corpos em linha
e, finalmente, no extremo sul, mais um par de corpos paralelos que não encosta ao grupo anterior. Do lado nascente, adossada aos corpos em linha, situa-se uma chaminé de grandes dimensões, troncocónica, assente numa base
quadrangular. Ao lado da chaminé, adossado também aos corpos em linha, desenvolve-se um pequeno anexo de um só piso. No interior
do recinto, junto ao muro, encontram-se mais alguns corpos anexos. Os edifícios principais são construídos em alvenaria de pedra à vista com vãos de grandes dimensões e caixilhos de madeira
pintados de vermelho ou de branco. As coberturas são de duas águas, em telha de meia-cana tradicional, com beiral simples.
Os dois corpos salientes do grupo norte, onde se situavam os antigos tanques de álcool, estão assentes numa estrutura abobadada
tipo criptopórtico.
|
| ELEMENTOS NOTÁVEIS: Chaminé em pedra aparelhada à vista. |
| ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Ruína |
| FUNÇÃO INICIAL: Fábrica de álcool |
| FUNÇÃO ACTUAL: Parcialmente utilizado como armazém |
| BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA: Ficha 1-L2 do "Inventário do Património Arquitectónico da Ribeira Grande"; Ficha 1-L2 do "Plano de Urbanização da Ribeira Grande - Património Construído". |
| OBSERVAÇÕES: As instalações fabris já foram utilizadas para sequeiro de tabaco e como aquartelamento militar. Algumas construções encostadas
ao muro poente do recinto (telheiros, manjedouras, etc.) resultam desta última ocupação.
|
| DATA DE LEVANTAMENTO: 2003-01-27 |
|
|